Cachorródromo está de cara nova

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Um lugar especial com cerca de 55 mil m², cuidado especialmente para receber os cachorros dos associados com mais conforto e liberdade. O Cachorródromo é o espaço destinado aos cães sem coleira e, recentemente, a Associação investiu em diversas melhorias, como a revitalização de plantas, o novo gramado e as novas áreas de sombra, entre outras necessidades apontadas pela diretora de Marketing da gestão 2017/ 2018, Mônica Lima. Dentre as obras, o destaque é o novo sistema de drenagem para escoamento das águas pluviais e, após as últimas tempestades, a ABM pode comemorar os resultados.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sistema de drenagem

Em fevereiro, a equipe da Revista ABM (Ed. 75 – Pág. 24) publicou uma matéria sobre o novo sistema de drenagem, implantado no segundo semestre de 2017:

“No passado, o local foi aterrado sem tal infraestrutura. Como o barro

utilizado era muito pulverulento (muito fino), tornava-se impermeável

quando molhado retendo muita água, prejudicando a circulação dos

animais e causando incômodo aos usuários. “Mesmo as chuvas fracas

causavam transtorno, pois a água ficava retida na superfície por muito

tempo e transformava o solo em lama”, explica o engenheiro civil

Fábio do Amaral(*), responsável pela obra.

Tentando minimizar o problema a pedido da Associação, Fábio

utilizou os seguintes conceitos: construção de vala de drenagem

– escavação nos pontos de circulação da água feita até encontrar

o solo permeável, que serviria como ralo natural; dimensionamento das valas o suficiente para serem utilizadas como locais de união desses pontos, como caixas de retardo e ainda encaminhamento do volume de água para os drenos; e evapotranspiração – implantação de uma manta para que o restante do líquido retido pudesse ser eliminado por evaporação. 

                                                                     

Mesmo com orientações, cachorros soltos fora da área exclusiva são muitos e causam acidentes

O cachorródromo é o único lugar reservado aos

passeios sem coleira para, assim, permitir que cães

brinquem, corram e pratiquem todo tipo de

atividade com a segurança que merecem. Além dos

olhos dos donos, essa garantia é dada pelos portões

de contenção, que também protegem os demais

dos animais soltos. 

 

Apesar do esforço da equipe da ABM em fazer

campanhas, colocar avisos e orientar os

frequentadores sobre a importância do uso

da coleira no restante do Bosque, há quem deixe de

fazê-lo e, infelizmente, acontecem acidentes que vitimam crianças e adultos. Lamentavelmente, será publicada mais uma matéria sobre o assunto na próxima edição da Revista ABM (abril).  

Associados dão bom exemplo e deixa seus
cães soltos no local apropriado.

Para o consultor, os testes foram uma grata surpresa: “O objetivo era eliminar o impacto, mas os resultados superaram as expectativas. Acompanhando os dias posteriores as últimas fortes chuvas, constatamos não haver mais acúmulo de água em parte alguma e o solo secou em aproximados dois dias”.